quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

AVALIAÇÃO: NOVO TOYOTA PRIUS, O CARRO MAIS ECONÔMICO DO BRASIL

O Prius surpreende pelo conjunto, pela maciez da suspensão e pela modernidade: em breve você terá um na garagem de casa
Porta de entrada para o mundo dos híbridos, tecnologia avançada, design futurista e ainda vende mais do que Golf aqui no Brasil. Esse é o Prius. Para tentar explicar esse fenômeno em vendas no mercado, pegamos a estrada com esse modelo que representa 60% das 10 milhões de unidades híbridas vendidas pela Toyota em todo o mundo.

Confira nossas impressões ao dirigir o híbrido - que também é o mais vendido no mundo inteiro - e o “carro mais econômico do Brasil”. Todos os detalhes estão nessa reportagem, realizada entre os dias 24 e 28 deste fevereiro, em estradas do Sudoeste da Bahia e Norte de Minas Gerais.

por JUSCELINO SOUZA, DE VITÓRIA DA CONQUISTA (BA)
Jornalista/ MTb 5735 *

ECOLOGICAMENTE SUSTENTÁVEL
O Prius é tudo, menos discreto!

Além de ser referência em tecnologia e eficiência, o modelo tem vantagens que vão muito além da economia de combustível

A quarta geração do Toyota Prius mantém, mais do que nunca, foco total em economia e segurança, com visual repaginado e linhas futuristas que ajudam na aerodinâmica do veículo. No quesito segurança o veículo conta com sete airbags, controles de estabilidade e de tração.

Utilizando um motor 1.8 a gasolina e outro elétrico, o Prius pode fazer - segundo a Toyota - 18 km/l na cidade e 17 km/l na estrada, mas é possível elevar os números com um melhor entendimento do motor. A exemplo da equipe Quatro Rodas, nós conseguimos cravar incríveis  23,6 km/l na cidade e 18 km na estrada. Se o condutor optar pelo modo EV, poderá rodar por até 2 km apenas na eletricidade.  

Eficiência energética: eis um dos motivos de o Prius ter sido eleito o "carro mais econômico do Brasil". Traduzindo em linguagem simples, você abastece o tanque com 43 litros de gasolina e tem uma autonomia de 812,7 km.

Aliado a um conjunto impecável, constatamos que a plataforma e os motores também foram renovados. A nova geração - que estreou a Nova plataforma Toyota (TNGA), a ser utilizada em metade dos novos modelos da marca no mundo até 2020 - caiu no gosto do brasileiro.

Com isso as vendas do Prius deram uma alavancada. Somente em 2017 foram vendidas mais de 2,3 mil unidades no país. Em outubro de 207 superou o Golf (VW) em número de vendas no Brasil (https://goo.gl/4B9t4s). Com uma média de 300 unidades mensais comercializadas, o Prius também já vende mais que Hyundai Elantra e Mercedes-Benz Classe C.

Sustentabilidade, design, tecnologia híbrida e economia de combustível. Bem, é melhor se acostumar com a ideia de ter um Prius nos próximos anos. Além do seu bolso, o meio-ambiente também irá agradece. O Prius surpreende pelo conjunto, pela maciez da suspensão e, ainda, pelo design ultra moderno.” - Juscelino Souza, jornalista
 ELE É MESMO DIFERENCIADO...
No caso do Prius, o conceito híbrido se dá pelo conjunto de dois motores: um a combustão (gasolina) e o outro, elétrico. O motor a gasolina é 1.8 VVT-i, entregado 98 cv de potência e 14,2 kgfm; já o elétrico gera 72 cv de potência e 16,6 kgfm. Combinados, os dois motores geram uma potência de 123 cv, mantendo uma dinâmica de dirigibilidade semelhante à do Corolla. FATO: o Prius é macio e não passa irregularidades do solo para a cabine.

Um detalhe importante no quesito economia é que, na cidade, o motor a combustão quase não trabalha. Ele só entra em funcionamento acima de 50 km/h e a alternância entre motores é imperceptível. Acima dessa velocidade ele passa a trabalhar combinado com o elétrico.

GRANDE SACADA DA TOYOTA
Ele carrega a bateria do motor elétrico enquanto roda.
                                                       
E tem mais... Toda vez que você utiliza os freios ele absorve a energia que seria perdida no atrito e a-utiliza também para recarregar a bateria. É o chamado “sistema regenerativo”. Com isso a bateria alimenta o motor elétrico e este, por sua vez, faz o carro se movimentar.

DESTAQUES EXTERNOS E INTERNOS

Destaques externos para os faróis full led e de neblina e lanterna traseira com iluminação em led. A lateral não chama muito a atenção, mas quando você olha para as partes dianteira e traseira logo percebe que o Prius é diferenciado.

Outra atração à parte na traseira é o vidro bipartido, separado pelo arco que faz as vezes de aerofólio, com o brake light (luz de freio) integrado. Ao abrirmos o porta-malas, nos deparamos com um generoso espaço para um hatch médio (muito embora o seu formato ousado situe o Prius entre sedã e hatch). São 412 litros, deixando para trás o Fusion Hybrid (Ford), que é um sedan grande.

As rodas de 15 polegadas são cobertas por calotas com função aerodinâmica e melhor dissipação de calor.

O espaço interno do Prius quarta geração é um pouco maior, com 2,70 metros de entre-eixos. Os bancos traseiros - com sistema isofix (para fixação de cadeirinhas infantis) apoios de braço e de cabeça - acomodam tranquilamente três pessoas.

A vida a bordo nos bancos dianteiros nos apresenta um confortável espaço, mas o que chama a atenção são os detalhes do câmbio joystick , tipo CVT (que prioriza o baixo consumo). Muito simples de usar: para o lado esquerdo entra o modo neutro (N), para cima, a ré (R) e para baixo o modo de condução automático (D).

O condutor tem fácil acesso aos botões para trava das janelas, das portas, abertura e fechamento dos vidros e o ajuste automático dos espelhos retrovisores. O ajuste dos bancos é manual, para altura, e elétrico para lombar. O volante tem ajuste de altura e de profundidade.

O apelo futurista também invade a cabine, destacando-se o head-up display (espécie de painel digital que projeta as informações do veículo no para-brisa), quadro de instrumentos - que fica no meio do painel, e não atrás do volante e o carregador sem fio para celular (funciona apenas para alguns modelos e/ou marcas).

Ainda sobre detalhes, o apoio de braço é revestido em couro, com abertura lateral.

O sistema de freio de estacionamento que equipa o Prius é acionado por pedal e cabo. Quando acionados pelo pé esquerdo do condutor, o conjunto transmite a força aplicada até os pistões das pinças de freio.

Ao ligar o veículo, pressionando o botão de partida, você percebe mais um diferencial: o Prius é caprichosamente silencioso. Mais uma das características do híbrido. Silencioso também é o ar-condicionado digital, de duas zonas.

Dependendo do clima, frio ou quente, vale acionar o sistema de aquecimento ou refrigeração dos bancos dianteiros - cujo botão de acesso fica meio escondido, próximo ao volante.

Ainda no painel, uma moderna central multimídia, com tela colorida, sensível ao toque, de 5 polegadas, com entrada para CD, GPS, rádio AM/FM e Bluetooth. O sistema de som tem assinatura da JBL.

Abaixo do painel, na continuação do console central em "Black piano", próximo ao par do porta-copos, temos tomada de 12 v e conexões USB e auxiliar.

A pergunta é: Vale a compra?

Sim. A escolha de um carro é muito pessoal, mas se você busca por um automóvel com melhor custo/benefício, econômico, com a garantia do consolidado e respeitado padrão Toyota, eis o veículo ideal, ainda mais nesses tempos de sucessivos aumentos no preço da gasolina. O custo de manutenção é baixo, similar ao do Corolla. O mercado dos carros elétricos e híbridos tende a mudar radicalmente este ano após o anúncio de redução de IPI para incentivar o comércio destes modernos veículos que consomem pouco ou nenhum combustível fóssil. A primeira revisão, dos 10 mil km, custa R$ 237,79. Com seis anos de uso, ou 60 mil km rodados, você terá pago em torno de R$ 4 mil. O sistema híbrido tem  garantia estendida de oito anos. Por tudo isso, vale a pena se render ao conceito de design do Prius, que atende a proposta específica do carro. O desenho aerodinâmico e futurista ajuda a reduzir consumo ao mesmo em que remete a um futuro onde a sustentabilidade será prioridade, tanto no desenvolvimento do carro, quanto na escolha do consumidor. Quando a gente entende isso, se acostuma mais rápido com o visual diferenciado, já que o Prius não é um carro como outro qualquer. 

==============================
FICHA TÉCNICA

Novo Toyota Prius 1.8 Hybrid

Motores: dianteiro, transversal, 4. cil em linha, comando duplo, gasolina + motor elétrico dianteiro
Cilindrada: 1.798 cm³
Potência: 98 cv a 5.200 rpm + 72 cv = 123 cv
Torque: 14,2 kgfm a 3.600 rpm + 16,6 kgf/m do motor elétrico
Câmbio: automático do tipo CVT
Direção: elétrica
Tração: dianteira
Suspensão: independente McPherson na frente e multilink atrás
Freios: disco ventilado na dianteira e discos sólidos na traseira
Pneus: 195/65 R15
Comprimento: 4,54 metros
Largura: 1,76 metro
Altura:1,49 metro
Entre-eixos: 2,70 metros
Tanque: 43 litros
Porta-malas: 412 litros
Peso: 1.400 Kg
Inmetro: nota A (o automóvel mais econômico do Brasil)
Consumo: 18,9 km/l (cidade) e 17 km/l (estrada)
Consumo energético: 1,15 MJ/km
Autonomia: 812,7 km
Coeficiente aerodinâmico: 0,24Cx
0 a 100 km/h: 11 segundos
Garantia do carro: 3 anos
Seguro: entre R$ R$ 2.688,40 e R$ 4 mil (variando de acordo com o perfil)

Veículo cedido por: Diamantina Veículos Ltda.
(Av. Presidente Dutra, Km 836, s/n, Bairro Ipanema, Vitória da Conquista, Bahia. Telefone: (77) 4009 8100) www.toyotadiamantina.com.br

* FATO RELEVANTE - Nossa equipe realizou os testes em regime de comodato, de forma espontânea e independente, sem qualquer condicionante, contrapartida, recebimento de qualquer tipo de vantagem ou interferência de funcionários da Toyota ou da concessionária.


Galeria de fotos 


O Prius tem motor 1.8 quatro cilindros a gasolina de 98 cv associado a um propulsor elétrico de 72 cv e câmbio CVT
O motor a combustão recarrega as baterias do carro. Os dois trabalham juntos, especialmente quando se acelera.

O futuro bate à porta: Nos próximos três anos essa tecnologia se popularizará e serão grandes as chances de você dirigir um.
O Toyota Prius é a porta de entrada para os veículos que combinam um motor a combustão com um elétrico.







A alavanca do câmbio parece um joystick. Fica no console central com as tradicionais posições.
Ponto positivo para o conforto a bordo, com o amplo entre-eixos do Prius além do carregador por indução para celulares

O Prius tem um painel central Eco-Monitor, que permite o controle do sistema de tração e computador de bordo.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

CRESCIMENTO - Jornalismo da TV Cabrália aproxima comunidade regional

A jornalista Lo-Hanna Magnavita ancora o Cabrália no ar: carisma e comprometimento com o público regional.
Imagem: Record TV/Divulgação
A crescente audiência da TV Cabrália/Record TV (canal digital 7.1 em Itabuna) nas manhãs de segunda a sexta-feira tem deixado as afiliadas da Globo em Itabuna (TV Santa Cruz) e em Vitória da Conquista (TV Sudoeste) em polvorosa. É visível o desconforto na diretoria, principalmente no departamento comercial, ao saber que a maioria dos televisores na região está ligada no canal digital 10.1 (no caso de Vitória da Conquista). 
Com picos que superam atrações globais em caráter nacional, a aceitação pelo jornalismo regional é alicerçada, em grande parte, pelo carisma e interação da apresentadora Lo-Hanna Magnavita (foto), âncora do Cabrália no Ar. O programa vai ao ar às 8 horas. Ao meio-dia a programação regional volta com total força no Balanço Geral, ao vivo, com Tom Ribeiro. Além de prestação de serviço, com interação da comunidade, a equipe de jornalismo da Cabrália investiga, denuncia, educa e entretém. Com sucessivas entradas ao vivo na programação nacional, a Cabrália mostra as nossas belezas naturais e a cultura de importantes municípios das regiões sul, extremo sul e sudoeste, a exemplo de Itapetinga, Jequié, Ilhéus, Porto Seguro, Conquista e Itabuna, cidade-sede.

Tom Ribeiro é líder de audiência no horário: prestação de serviço

SOBRE A CABRÁLIA -  Em dezembro de 1987 a TV Cabrália chegou ao município de Itabuna com o comprometimento de levar informação de qualidade para a população. Sempre ampliando sua área de cobertura e trazendo muito mais notícia e entretenimento buscando uma maior aproximação com a região, investindo mais ainda em tecnologia e na rede de transmissão da emissora.

Arrumação: Euclides da Cunha, Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, Villa Lobos e Elomar Figueira

Eduardo Moraes*
No último mês de dezembro de 2017, os conquistenses ganharam de presente do seu filho ilustre Elomar Figueira de Melo, um concerto em homenagem aos seus 80 anos de vida, bem vividos. Acompanhado pelo seu filho, Maestro João Omar, os amigos Xangai e Renato Teixeira. A casa de eventos Mediterrâneo, ficou completamente tomada por um público superior a 1.000 curiosos, apaixonados, alguns entendidos sobre a sua épica obra, outros nem tanto, como eu! O certo é que a maioria estava ali, ávida por ver e ouvir, músicas para os ouvidos, olhos, cérebro e coração.  Foi uma oportunidade única para os que lá estiveram, não apenas para ver, mas participar daquele que foi um acontecimento. Um espetáculo inenarrável, mágico e magnífico que fica eternizado em cada célula dos corpos daqueles que se embriagaram em cada nota musical esparramada por todos os poros e alma da plateia, que ficou ainda mais extasiada a partir do anúncio da arrumação do primeiro Festival Nacional de Ópera, que acontecerá aqui em Vitória da Conquista em 2018.
A minha relação com a música Elomariana, vem desde o tempo da minha “modernage” quando do lançamento do seu primeiro LP, na Quadrada das Águas Perdidas no final da década 70, no Clube Social Conquista. Eu nordestino bairrista pela gente, causos, jeito, fala e coisas da nossa gente sertaneja e catingueira, narradas nas obras de Euclides da Cunha, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa e Villa Lobos, esse, apaixonado pelo povo e coisas do Brasil. Para mim, ouvir e ler as letras das músicas de Elomar, é como se estivesse vendo, assistindo tudo em uma tela de cinema ou peça de teatro na qual os personagens ganham vida. Falo aqui sem pretender entrar na complexidade da genialidade artística  do menestrel, até porque, estudiosos nas academias já trataram e tratam da sua obra litúrgica, em teses de mestrado e doutorado, produção essa, transformada  em livros, documentários, filmes, árias de óperas, etc. Inclusive, na última Feira de Literária em Mucugê/Ba (2017), os professores Luís Otavio & Rita Pereira (UESB), abrilhantaram o público presente com as suas intervenções tratando das obras de Euclides X Elomar, diferentes olhares sobre o sertão. “Quantos sertões estão dentro do sertão? Aliás, o que é o sertão? Seria apenas o contrário ao que é o litoral? Ou aquilo que não está no centro”?
Entendo que para conhecer e compreender as coisas das Veredas do Sertão mineiro, nordestino e o seu povo, é preciso passar pelas obras artísticas de Elomar, que se junta a Euclides da Cunha, João Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, Vila Lobos, João Cabral de Mello Neto e Josué de Castro, este quem melhor denunciou as razões e causas do flagelo da fome dos nordestinos. Para Euclides o sertanejo, “antes de tudo é um forte”! Graciliano nos apresenta um sertanejo miserável, sempre em retirada, sendo tangido pelo flagelo da seca, João Cabral, com a sua morte Severina, movida pela esperança, incansavelmente a caminhar em busca de melhores dias. Diferente do conjunto desses autores, Guimarães, em seu Grande Sertão Veredas, nos apresenta um sertanejo altivo, se reconhecendo enquanto sujeito em seu modo pitoresco de ser e falar. Villa Lobos destaca-se por nos apresentar em sua obra uma linguagem peculiarmente brasileira em música clássica, com variações das culturas regionais brasileiras, populares e indígenas. Elomar, fala de um sertanejo religioso, retirante, puro, belo e idílico. Esses gênios brasileiros, nem parece que viveram e produziram arte, cultura, saber e conhecimento em tempos diferentes pois as suas produções se complementam e parecem dialogar entre si, falando da desumanização provocada pelas agruras da seca, a miséria imposta pela ausência do Estado ou a exploração dos ricos latifundiários das regiões.  Elomar, fez 80 anos no dia 21 de dezembro do ano que passou, e tem o seu feito reconhecido nos grandes centros do mundo musical erudito no Brasil e Europa. Essa produção pródiga, que narra a labuta e simplicidade do homem sertanejo, precisa ser apoderada pelos conquistenses, com essa mesma simplicidade desse homem narrado e apresentado em suas canções. Esse patrimônio colossal, gênio da música mundial erudita, excêntrico, comparável aos talentos daqueles que nascem à frente do seu tempo e habita no Olimpo, assim como: Euclides da Cunha, João Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, Villa Lobos, Josué de Castro, vive entre nós! Que bom se tivéssemos mais oportunidades em desfrutar das suas obras de arte. Penso que assim como Villa Lobos à sua época, que levou à sua música para o povo. Hoje em tempos de globalização, tecnologia, comunicação virtual, informação e integração, Elomar pode fazer a sua obra chegar também a grande massa brasileira.  

* Eduardo Moraes

Historiador, Contador, Pós em Gestão Pública

AVALIAÇÃO: TOYOTA SW4 SRX AT 2018


Nossa equipe de jornalistas independentes avaliou a picape na estrada e no off-road para conferir seus pontos positivos e negativos; confira as impressões sobre o modelo SW4 SRX 4X4, Diesel


por JUSCELINO SOUZA, DE VITÓRIA DA CONQUISTA (BA)
Jornalista profissional MTb 5735 *

O facelift (atualização no design) na SW4 fez muito bem a este mito da Toyota. Inevitável fugir dos olhares de desejo ao modelo que ganhou a simpatia e confiança de um povo apaixonado por veículos. Não foi diferente durante a avaliação que fizemos com o modelo SW4 SRX, diesel, cedida pela concessionária Diamantina Veículos para teste entre os dias 17 e 18 deste fevereiro de 2018.
Atendendo a sugestões dos nossos leitores decidimos testar a SW4 SRX, modelo a diesel, pelas estradas do Sudoeste da Bahia. Utilizamos a versão automática de seis velocidades sequencial, de fácil manuseio, tracionada com 4x2, 4x4 e 4x4 reduzida, com cinco assentos (a montadora também oferece a versão com sete assentos, sem que isso comprometa o conforto ou segurança).

Nossa jornada off-road elegeu as belezas serranas encravadas entre os povoados de Jussara e Formosa. Entre morros, estradas vicinais e passagens estreitas e íngremes tivemos nossa proteção amplamente garantida pelos controles eletrônicos de estabilidade e tração. O modelo também conta com assistentes eletrônicos de subida e descida.

Conhecendo um pouco mais sobre a versão do teste, de série, a SW4 SRX oferece ar-condicionado automático; bancos revestidos de couro de fino acabamento, com costuras reforçadas; airbags laterais e de cortina; chave presencial (Smart Entry e Start Button/Push Start, que liga e desliga o veículo com apenas um toque no botão) e sistema multimídia com tela de sete polegadas, leitor de DVD, TV digital e câmera de ré.

Além disso, as versões topo de linha SRX receberam faróis de neblina com leds e banco do passageiro com ajustes elétricos.  É bom que se diga que as rodas de liga leve aro 18 polegadas conferem ainda mais robustez ao design da SW4 SRX.

CONFORTO ATÉ FORA DO ASFALTO - Embora seja um veículo cercado de sofisticação, com linhas cromadas e acabamento interno refinado - o que torna a SW4 sinônimo de elegância e com perfil urbano, nosso modelo não recusa terrenos irregulares, em estradas de terra. Mesmo em estradas castigadas pelas chuvas, a rodagem por mais de 80 km com a versão SW4 SRX foi tranquila, sem contratempos, nem desconforto. Está aprovada.

Sua cabine reforçada, aliada a um perfeito conjunto de airbags, controle e assistência eletrônica em ambientes off-road, garante uma condução suave e segura para toda a família.

Além de tudo isso, o bolso também agradece. Graças ao novo motor diesel, a SW4 ganha mais força e eficiência. Com menos consumo e 25% mais de torque em relação ao modelo anterior, a SW4 roda tranquilamente, com redução de consumo, bem distante das bombas dos postos de combustível.

VEREDICTO FINAL -

A pergunta é: Vale a compra?

Sim. O investimento vale a pena quando você leva em conta a segurança da sua família, conforto e autonomia, sem abrir mão do baixo custo de mão-de-obra e valor do seguro, além da eficiência e rapidez do pós-venda e ampla rede de concessionárias pelo país.

Agradecimento: Diamantina Veículos Ltda.
(Av. Presidente Dutra, Km 836, s/n, Bairro Ipanema, Vitória da Conquista, Bahia. Telefone: (77) 4009 8100) www.toyotadiamantina.com.br

* FATO RELEVANTE - Nossa equipe realizou os testes em regime de comodato, de forma espontânea e independente, sem qualquer condicionante, contrapartida, recebimento de qualquer tipo de vantagem ou interferência de funcionários da Toyota ou da concessionária.



Galeria de fotos exclusivas










ACABAMENTO INTERNO

Acabamento em padrão madeira no console central e volante, console entre os bancos dianteiros com porta-copos, porta-objetos e descansa-braços, revestimento dos bancos em couro e material sintético6 marrom, maçanetas internas cromadas, luz de leitura em LED, porta-objetos com porta-garrafas nas portas, porta-copos no painel, porta-luvas com chaves e amortecedores, terceira fileira de bancos rebatíveis, saída de ar central com difusores no teto e controle de intensidade para as fileiras traseiras, tomadas de energia (12 V) para acessórios no painel, console central e no porta-malas, compartimento refrigerado no painel.

ACABAMENTO EXTERNO

Rodas de liga leve aro 18", aerofólio, faróis (alto e baixo) em LED, lanternas traseiras em LED, moldura lateral dos vidros cromada, estribos laterais na cor prata, maçanetas externas cromadas, para-choques dianteiro e traseiro pintados na cor do veículo, retrovisores externos eletrorretráteis na cor do veículo com regulagem elétrica e indicadores de direção e iluminação de boas-vindas, para-barros dianteiro e traseiro, moldura cromada do farol de neblina dianteiro, grade cromada do radiador, 2ª e 3ª colunas pretas, limpador do para-brisa com temporizador de velocidade intermitente, luz de condução diurna em LED, barras longitudinais no teto.

PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS

Computador de bordo com tela de 4,2" de TFT, Smart Entry+ Push Start, Paddle Shift, modos de direção: Power e Eco, abertura elétrica do porta-malas com função de memória para ajuste da altura da tampa, volante com comandos integrados: telefone, áudio, vídeo e computador de bordo, ar-condicionado com display digital e regulagem de intensidade independente para as saídas de ar dos bancos traseiros, bancos dianteiros com ajuste elétrico de distância, inclinação e altura, compartimento refrigerado no painel, sistema multimídia sensível ao toque com tela de 7”: “Toyota Play” com GPS4, TV Digital, DVD5, MP3, USB e Bluetooth®, câmera de ré com visualização na tela, airbagsfrontais (dois), de joelho para motorista, laterais (dois) e de cortina (dois), retrovisor interno eletrocrômico, controle eletrônico de estabilidade do veículo (VSC) e de tração (A-TRC), assistente de descida (DAC), de subida (HAC) e de reboque (TSC), sistema auxiliar EBD nas quatrorodas, assistência em frenagem de emergência nas quatrorodas (BAS), sistema universal Isofix®para fixação da cadeirinha para crianças no banco traseiro, sistema onetouchpara rebatimento dos bancos traseiros (disponível nas versões setelugares), sensores de estacionamento traseiro, controle de velocidade de cruzeiro, faróis dianteiros (alto e baixo) em LED com acendimento e nivelamento automático e temporizador.



terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

AVALIAÇÃO: TOYOTA HILUX SRV A/T 4X4


Nossa equipe de jornalistas independentes avaliou a picape na estrada e no off-road para conferir seus pontos positivos e negativos; confira as impressões sobre o modelos SRV 4X4, Diesel D-4D, 2.8 L 16 V Turbo, com torque 45,9 kgf.m.

por JUSCELINO SOUZA, DE VITÓRIA DA CONQUISTA (BA)
Jornalista profissional MTb 5735 *

Na rua, na chuva, na fazenda. A exemplo da canção, o nosso teste com a Toyota Hilux SRV 4X4, cedida pela concessionária Diamantina Veículos, ocorreu exatamente nessas condições, entre os dias 3 e 4 deste fevereiro de 2018.

Ao saber do teste, um dos nossos colegas logo se entusiasmou e nos saiu com esse viral das redes sociais, enaltecendo as múltiplas qualidades da robusta picape: - “primeiro que a Hilux nem é carro... É uma nave!”.

Soou como um desafio tentador, nos estimulando ainda mais a encarar a “bela e bruta” pelas estradas do Sudoeste da Bahia. Dentre as múltiplas versões da Hilux - para todos os gostos e bolsos - elegemos o modelo SRV 4x4 por ser o topo das vendas na região (e no restante do Brasil, também).

NA RUA - As primeiras impressões no asfalto foram satisfatórias, mas confesso que leva um tempo para nos acostumar com os múltiplos itens do painel, apesar de estar tudo ao alcance das mãos. O fato de eu sair de um sedã para encarar a Hilux explica isso.

Nada que não nos deixe familiarizado logo nos primeiros quilômetros do primeiro teste. Aos poucos você percebe que a dirigibilidade é excelente, como se estivéssemos num carro de passeio. Aliás, é carro de passeio, sim... e de trabalho, também.

O modelo nos entrega um pacote tecnológico respeitável, com entradas USB e auxiliar, rádio AM/FM, TV digital e DVD. O ar-condicionado atende muito bem em todas as temperaturas, assim como os porta-objetos, duplas gavetas (porta-luvas) e equipamentos de primeiros-socorros sob os bancos traseiros.

Primeiro sinal positivo: O modelo acomoda muito bem cinco pessoas adultas, como espaço acessível na parte traseira. Já a altura da cabine confere um ar de status em relação aos veículos mais baixos e, porque não dizer: de imponência também.

Os olhares curiosos em direção ao modelo não deixam dúvida sobre esse objeto de desejo de 10 entre 10 brasileiros em todas as idades e classes.

NA CHUVA - Saímos em um dia chuvoso. Ideal para tirar a prova dos nove sobre a tão comentada estabilidade da Hilux. Para isso, experimentamos vencer as 12 sinuosas curvas da Serra do Marçal, a 28 km de Vitória da Conquista. Mesmo com a caçamba vazia, a Hilux não decepcionou e nos deixou em segurança ao final desse teste. Mais um ponto a favor.

NA FAZENDA - Acessamos uma via de terra, com passagens molhadas, lama e trechos arenosos. Não foi preciso acionar a tração 4X4. A Hilux, que chegou ainda mais forte, deu conta do recado direitinho, sem abrir mão do conforto. E o melhor: Não faz um barulho de trepidação em solo irregular. Fomos e voltamos sãos e salvos pelas serras íngremes entre Conquista, Barra do Choça e Caatiba.

VEREDICTO FINAL - Segundo pesquisas, esse modelo chega a incríveis 90% das vendas dentre os modelos Hilux no país, tendência que chega a ser ainda maior em estados do Norte e Nordeste. Quer saber? Imagine percorrer mais de 36 quilômetros somente de picapes Hilux enfileiradas?

Pois então, essa é a vantagem em vendas que a Hilux ostenta em pouco mais de seis meses em relação à segunda colocada Chevrolet S10. Para quem ainda não se convenceu, vamos a mais números: São, em média, mais de seis mil e setecentas picapes Hilux vendidas a mais ou quase mil por mês.


A pergunta é: Vale a compra?

Sim. Vale muito a pena ter uma Hilux. Pergunte a quem tem uma. Ela reúne, num só conjunto, tecnologia avançada, diversos itens de série que conferem conforto, estabilidade e segurança. Baixo consumo de combustível, pós-venda premiado, revisão expressa e melhor e maior valor de revenda. É uma picape que é capaz de te levar a qualquer lugar, seja na rua, na chuva, na fazenda ou lá naquela serra distante... numa casinha de sapê!

Agradecimentos: Diamantina Veículos Ltda.
(Av. Presidente Dutra, Km 836, s/n, Bairro Ipanema, Vitória da Conquista, Bahia. Telefone: (77) 4009 8100) www.toyotadiamantina.com.br


* FATO RELEVANTE - Nossa equipe realizou os testes em regime de comodato, de forma espontânea e independente, sem qualquer condicionante, contrapartida, recebimento de qualquer tipo de vantagem ou interferência de funcionários da Toyota ou da concessionária.

GALERIA DE FOTOS













Deixe o seu comentário!