VÍDEORREPORTAGEM - Valdemir Dias fala sobre a falta de equipamento no Deserg

Imagem Valdemir Dias fala sobre a falta de equipamento na Deserg e a desvalorização do servidor municipal

Na sessão ordinária desta quarta-feira, 13, da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), o vereador Valdemir Dias (PT) falou sobre a situação da Central de Equipamentos da Prefeitura Municipal (Deserg) e das condições de trabalho dos servidores do órgão.


Valdemir apresentou também um relato de um funcionário municipal sobre a desvalorização do servidor público no governo Herzem Gusmão (MDB). 

Valdemir conta que em visita ao Deserg pode verificar a falta de equipamento, materiais e utensílios apropriados para a segurança dos funcionários. “É uma situação que nos preocupa bastante. Os funcionários estão reciclando material porque até hoje não saiu a licitação para compra de materiais novos”, disse.  Segundo o vereador, os funcionários relataram também que o fardamento e botas de segurança foram compradas em 2014, e até hoje não foi resposto. 

Veículos parados – O edil contou também que há um grande número de veículos parados no Deserg por falta de manutenção, entre eles ambulâncias, ônibus escolares e tratores. “Tem trator que precisa de reparo que custa R$30,00. Veículos novos que para concertar custam R$300,00, R$1.500, 000.  Ele alerta que enquanto esses veículos estão parados, o município fica carente de serviços, e a prefeitura está contratando empresas privatizadas para fazê-los.

         
Pátio do Deserg vira "cemitério" de ambulâncias do SAMU; máquinas agrícolas e peças automotivas também completam o quadro de abandono


Esta semana a redação do Sudoeste Digital recebeu uma série de imagens registradas no pátio do Deserg, em Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador. O cenário é de completo abandono.
Ambulâncias do SAMU sucateadas fazem companhia a máquinas agrícolas, automóveis e peças veiculares por todo o pátio, que mais se assemelha a um "cemitério automotivo".

A falta de manutenção e de compromisso com o bem público se estende aos funcionários, que são obrigados a utilizar sanitários em condições precárias e sem o mínimo de higiene. A Prefeitura foi procurada, esta tarde, pelo Sudoeste Digital, mas ainda não e manifestou sobre as denúncias.

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