EDITORIAL - O Locutor, a Viação Vitoria e o “puxadinho”

Foi o que anunciou certo locutor em tom dramático, sombrio, cheios de suspenses e ameaças - será que alguém foi alcançado pelo que se pretendeu?

Isto mesmo, caros leitores. Uma reforma ou um novo cômodo  na garagem da Viação Vitória serviu a tempestividade do drama ou a trama?

DEU NO BLOG DO ANDERSON (Clique abaixo e leia)

Deu na Rádio Clube de Conquista: empresa estaria preparando pátio para ocupar espaço da Viação Vitória


Não fosse hilário, sequer mereceria este editorial. Contudo, é dever da imprensa esclarecer o que e como tratam jocosamente um bem público, o transporte público, quanto  mais a inteligência do politizado conquistense.

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Fomos compelidos a buscar os portões da garagem da Viação Vitória imaginando ver construtores, máquinas, caminhões ou betoneiras em ação, pela ênfase dada em difusão, naturalmente somada à estatura de uma grande empresa que é a Passaredo. E assim fomos, do deleite ao delírio, porque nada igual lá encontramos do que aquele imaginário propagado pelas ondas do rádio.

A reforma de uma sala. Sim, pasmem,  foi o que restou de inspiração para contornos e rodeios visando chegar onde se desejava: "Não foi eu, não é culpa  do governo!

Enfim, dos corredores até a“inacabada sala” se encontrou o gancho para  responsabilizar única e exclusivamente a Justiça pela possível saída da Viação Cidade Verde, e assim negando a real responsabilidade da Prefeitura, como se os conquistenses não registrassem ou tivessem memória das reiterados desejos do prefeito em forma de profecias muito antes do magistrado se manifestar. 

           

Parafraseando um trecho de "Alvorada Voraz" (OUÇA ACIMA), conhecida música da famosa banda RPM, do emblemático Paulo Ricardo - “um bando de gente importante envolvidas” - “juram que não”.  Exatamente isto o que a voz do “puxadinho” rendeu - "juro que não! Não foi eu".

Juram que não, que tudo é responsabilidade da Justiça ou do juiz em banir um bem público. E no mesmo refrão “torturam ninguém” - fazem rodeios para falar “do crime da mala”.  É público que a Viação Vitória e o transporte clandestino têm sido a "mala sem alça que o governo velou".

Quem sabe o criador dos porões do mundo projetado por e não para o conquistense receba ao final a “Coroa Brastel”.

O fato é que os Conquistenses já perceberam, porém eles pensam que não sabemos. Embora se esforcem em serem bons, os conquistenses sabem: “não são tão legais”.

É a história sendo escrita. Quem viver verá a "Alvorada Voraz".

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