VITÓRIA DA CONQUISTA - Greve na educação chega ao 11º dia com apoio de pais de alunos

Há 11 dias corridos em greve e a poucos dias de se igualar à paralisação histórica que durou 23 dias letivos em 2017, os profissionais da educação realizaram mais um ato em Vitória da Conquista, nesta terça-feira (31).

O SIMMP, sindicato da categoria, recusou a proposta de reajuste de 2,7% oferecida pela Prefeitura, bem abaixo do percentual de 6,81% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O ato foi em frente ao prédio da Câmara Municipal e contou com apoio de populares e pais de alunos Alguns se deslocaram da zona rural de Conquista para fazer pronunciamento ao microfone, cobrando uma solução da Prefeitura para a situação dos professores, que reivindicam seus direitos.

Os professores também se reuniram com vereadores para discutir apoio e informar os rumos da greve. A presidente do SIMMP, Ana Cristina Novais, diz que a categoria se mantém unida na luta.

           
Esta é a segunda greve enfrentada pela atual gestão municipal. Na anterior, em 2017, com duração de 23 dias letivos, os profissionais retornaram às atividades após o governo fechar acordo em 7,64%.

A luta em defesa das conquista salariais também é uma bandeira defendida pelos monitores escolares.

Em 2017 a greve de 30 dias corridos foi encerrada após a Prefeitura ceder e aceitar o reajuste de 7,64%.

Este ano, o SIMMP pede que seja cumprido o percentual de 6,81% garantido pelo Fundeb. Em resposta, a Prefeitura ofereceu 2,7%.

Ana Cristina Novais, sustentou a posição dos profissionais em não recuar diante das ameaças de corte de ponto e na busca das conquistas. “A greve continua, estamos firmes na luta, a categoria está unida no propósito e nós não vamos permitir que a nossa tabela salarial seja quebrada”, afirmou.

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