EDITORIAL - Presidente do Sintravc “marginaliza " empresa que poderia contratar funcionários da Vitória

“Papagaio faz  arte e é o periquito que leva a fama”. Neste ponto, o presidente do Sintravc, sindicato dos rodoviários, Álvaro Souza, deixa em derradeira hora o problema aos vereadores de Vitória da Conquista. Quase um mês se passou e o presidente Álvaro não resolveu o suplício da categoria, que no momento passa a necessitar de donativos.

Precipitadamente Álvaro prometeu um “novo mundo à categoria”,  Com isso desperdiçou tempo, capitalizando à custa das pessoas, do caos no transporte público e da política para arrastar a categoria de um lado a outro pela cidade.

Álvaro não perdeu tempo para gerar “capital político" e "demonstração de poder” a fim de desdenhar e macular a imagem da Viação Cidade Verde, induzindo a categoria em sua malfadada e irresponsável aventura a segui-lo, gravando áudios, filmes e entrevistas em blogs e TV.

Ele, no auge da paralisação da frota da Viação Vitória, saiu afirmando e reafirmando aos quatro cantos que não valia a pena a categoria trabalhar na Viação Cidade Verde. Estranho posicionamento.

Aqueles que se aproximam do assunto ou da crise dos 517 funcionários da Viação Vitória também não compreendem de onde o presidente do sindicato buscou tal lógica que impõe muito mais sacrifício à categoria que ele deveria estar buscando emprego. 

De onde estaria Álvaro tirando tantas "certezas" para atacar implacavelmente a imagem de uma empresa tida como referência em Vitória da Conquista e em âmbito nacional?

O fato é que ele protagonizou e participa diretamente da falência social e econômica de 517 famílias. Sua estratégia ou influência e promessas externas que eventualmente povoaram a sua mente não materializou a solução de que tanto necessitam essas famílias.

Álvaro trabalhou para criar uma hiato entre os funcionários Vitória com a empresa Viação Cidade Verde. Fica cada vez mais cristalino que essa mesma estratégia foi usada por ele para abrir um abismo entre o governo de Herzem Gusmão (MDB) com a Viação Cidade Verde.

Conclusão: passageiros, funcionários e o próprio governo vêm pagando o alto preço da ingerência do presidente Álvaro, já que a solução, há muito, poderia ter vindo em favor do refrigério da coletividade.

De profissionais a necessitados. Foi no que Álvaro transformou centenas de famílias.

Que a tragédia social e econômica a plenos pulmões sirva de lição para a categoria dos rodoviários, distinguindo uma coisa da outra a política da sobrevivência de cada um.

Como diz o ditado: “Peixe é peixe, boi é boi, e peixe-boi é outra coisa”.

Que os rodoviários e familiares saibam distinguir movimento sindical de projeto de poder político.

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