TRÊS EM CONQUISTA | Operação Midas prende 1.496 ladrões, traficantes e assassinos em todo o País


Resultado de uma ação conjunta entre polícias civis do Brasil, a Operação Midas prendeu até o fim da tarde dessa quarta-feira (26) 1.496 pessoas em 25 Estados e no Distrito Federal. Dos cinco mandados expedidos para cumprimento em Conquista, a Polícia Civil alcançou Diego Cruz Ribeiro, Jéssica Barbosa Rodrigues e Felipe da Silva Andrade.



Operação Midas em Rondônia chega a 22 prisões; mandados continuam sendo cumpridos

Outros dois acusados já cumprem pena no presídio por conta de outros crimes. Os três presos foram encaminhados ao Conjunto Penal, onde já estão Edvan de Jesus Silva e Murilo Oliveira Silva. Ao todo, segundo dados divulgados pelo Ministério da Segurança Pública, foram 427 prisões por roubo, 17 por latrocínio e 783 por outros crimes.

Também fora realizadas 269 prisões em flagrante. Esses números podem aumentar até o balanço final, que será divulgado na sexta-feira, 28.

A operação é a terceira ação desencadeada no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) em parceria das policiais estaduais e coordenada pelo Ministério da Segurança. Ao todo, 8 mil policiais civis participaram da Midas que, além de cumprir os mandados de prisão, executaram 535 buscas e apreensões autorizadas pela Justiça. Também foram apreendidos 88 armas de fogo e 75 veículos.

De acordo com o chefe do Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil (CONCPC), o delegado Emerson Wendt, a operação tem como meta “tirar de circulação as pessoas que causam sensação de insegurança muito grande à população”.

Em coletiva de imprensa para divulgar o balanço da operação, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que as operações têm sido lançadas de forma simultânea em todo o País “para demonstrar a coordenação com as polícias estaduais.”

De acordo com Jungmann, um dos objetivos da operação é prender os criminosos que, por meio de roubos de carros-fortes e caixas eletrônicos, ajudam a financiar facções. “O roubo a caixas eletrônicos têm acontecido em quantidade de milhares ao ano. Nossos setores de Inteligência informam que ele serve de capital de giro para as facções, para o financiamento de outras atividades, como tráfico de drogas, contrabando, descaminho e tantas outras operações que são promovidas pelo crime organizado”, disse o ministro.

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