ÔNIBUS EM CHAMAS | Bem público incendiado em Conquista; ataque criminoso está sendo investigado





Ônibus queimado, agentes de trânsito ameaçados (LEIA AQUI), recomendação do Ministério Público e decisão  de juiz questionada (RELEMBRE) e, por fim, prefeito sitiado dentro de seu próprio gabinete por grupos de vanzeiros. Cenas viralizadas nas mídias sociais profetizam o que ainda virá.


Tudo isto em poucos dias, sem contar o drama de uma senhora que se dizia mãe de um dos vanzeiros pego em blitz. A mulher  ordena que o prefeito solte a van de seu filho. Para reforçar a voz de comando ou pelo suposto poder que a mulher imagina possuir, ela ordena a Herzem Gusmão libere a van se intitulando ter vínculos com o legislativo e, no ensejo, cobrando seus serviços de campanha para prefeito. RELEMBRE AQUI

Enquanto isso o chefe de um dos grupos de vanzeiros concede entrevistas ao comunicador Nildo Freitas e se atrapalha nas ondas do rádio. Nas entrelinhas o homem deixa claro que as blitze "devem ser avisadas para que eles vanzeiros não saiam de casa ou que busque rotas alternativas", como se o código de trânsito não se aplicasse ao seu grupo.

Fato que a cidade vai a cada dia sendo refém de um sistema que destrói e desequilibra um bem púbico, que é o transporte público, falindo uma das empresas (Viação Vitória). Agora, não satisfeitos, queimam um equipamento que serve à população. Atearam fogo em um ônibus que faz a linha para o Santa Monica.

Estranhamente o prefeito Herzem Gusmão, após a “visita em seu gabinete” por conta da van apreendida (que jamais poderia ser presa), faz um vídeo com enredo  dúbio dizendo-se defensor dos vanzeiros. Ao mesmo tempo o Executivo tenta se isentar, atribuindo ao Ministério Público e à empresa de ônibus a responsabilidade indireta pelas fiscalizações.

Se a soma de tudo não for encarado como caso de segurança pública o que mais será preciso?

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